Alegrei-me quando me disseram: Vamos á casa do SENHOR. salmos 122.1

Alegrei-me quando me disseram: Vamos á casa do SENHOR. Salmos 122.1

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Música da Semana - Te amo Jesus - Davi Sacer


Senhor, Venho render-me a Ti
Com Coração cheio de amor
Declaro o que Tu Tens feito a mim

Mesmo sem merecer me amou
Na Cruz se entregou por mim
Do meu pecado me lavou
E com seu sangue me redimiu

Confio em Ti Senhor com Todo o Meu Ser
E em Teu Nome ponho a minha esperança

Te amo Jesus
E Não há para mim
Outro igual a Ti
Não ,Não, Não, Não Há

Nem no mar,nem na terra,nem no céu
não existe outro igual a ti.
Eu poderia procurar
Mas não iria encontrar, Senhor, outro igual a ti.

Te amo Jesus e não há para mim outro igual a ti!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Culto do Amigo

Neste sábado dia 20/08 teremos aqui em nossa igreja o culto do amigo. Convido a todos que venham e tragam pelo menos 1 amigo(a), vamos demonstrar a nossa amizade fazendo com que nossos amigos conheçam o melhor amigo de todos: O Senhor Jesus! Até lá!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Até onde vai o amor de um pai - Homenagem aos Pais -

Pai obrigado por tudo! Feliz dia dos Pais! Te amo!

Leitura bíblica da semana - Marcos capítulo 2 vers. 1 a 12

1 Dias depois, entrou Jesus de novo em Cafarnaum, e logo correu que ele estava em casa.
2 Muitos afluíram para ali, tantos que nem mesmo junto à porta eles achavam lugar; e anunciava-lhes a palavra.
3 Alguns foram ter com ele, conduzindo um paralítico, levado por quatro homens.
4 E, não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o eirado no ponto correspondente ao em que ele estava e, fazendo uma abertura, baixaram o leito em que jazia o doente.
5 Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Filho, os teus pecados estão perdoados.
6 Mas alguns dos escribas estavam assentados ali e arrazoavam em seu coração:
7 Por que fala ele deste modo? Isto é blasfêmia! Quem pode perdoar pecados, senão um, que é Deus?
8 E Jesus, percebendo logo por seu espírito que eles assim arrazoavam, disse-lhes: Por que arrazoais sobre estas coisas em vosso coração?
9 Qual é mais fácil? Dizer ao paralítico: Estão perdoados os teus pecados, ou dizer: Levanta-te, toma o teu leito e anda?
10 Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados - disse ao paralítico:
11 Eu te mando: Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa.
12 Então, ele se levantou e, no mesmo instante, tomando o leito, retirou-se à vista de todos, a ponto de se admirarem todos e darem glória a Deus, dizendo: Jamais vimos coisa assim!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Pastoral da Diretoria da Assembléia Geral - 31/7/2011

Caros irmãos e irmãs,
Estamos completando mais um ano como Igreja Presbiteriana Independente do Brasil. São decorridos 108 anos desde aquela memorável reunião que marcou o início desta jornada.
Estas ocasiões sempre são oportunas para algumas reflexões, assim como na história do povo de Israel as festas eram não apenas uma celebração festiva, mas também tempo de reavivar a memória e renovar as esperanças. A celebração da Páscoa, por exemplo, era a oportunidade para reviverem a história do êxodo, atualizando seu significado e reafirmando a esperança no Deus Libertador. Gamaliel, o grande mestre judaico, referindo-se à Páscoa, exortava para que cada geração e cada pessoa se considerassem como tendo sido ela própria liberta do Egito. Era uma reatualização do evento histórico.

Assim também, ao celebrarmos este “31 de Julho”, devemos fazê-lo como se cada um de nós tivesse vivido aquele momento histórico, com suas angústias e esperanças. Importa, pois, retomar alguns fatos daquele momento que ainda hoje representam desafios para nós.

Primeiro - A IPI do Brasil surgiu dentro do empenho pela evangelização deste país. Estava no coração daqueles pioneiros a necessidade da igreja brasileira assumir a responsabilidade pela evangelização. Decorridos tantos anos, nos perguntamos se existe tarefa mais urgente do que anunciar o evangelho a este país através de todos os meios, recursos e a todas as pessoas? Há uma grande oportunidade para proclamação do evangelho neste país. Os campos estão brancos para a ceifa. As portas estão abertas. Há receptividade. As pessoas estão sedentas e abertas. O que nos impede?

Segundo - A preocupação pela formação teológica de qualidade e adequada à realidade brasileira. Uma frase de Eduardo Carlos Pereira expressou bem essa preocupação: “A educação dos filhos da igreja pela igreja e para a igreja”. Era o cuidado que a igreja deveria ter na formação cristã e teológica dos seus filhos e candidatos ao ministério, devendo esta formação nunca perder de vista o horizonte da igreja. Esta preocupação ainda se faz atual na medida em que a igreja deve investir cuidadosa e atentamente na formação de seus quadros, para que sirvam à igreja e atendam suas necessidades, e não usem a igreja como trampolim para outros projetos pessoais.

Terceiro - A luta pela autonomia da igreja brasileira. Esta luta, por um lado, representava a maturidade da liderança nacional capaz gerir os destinos da nascente igreja, mas, por outro, era o duro desafio de fazer face às suas necessidades, vivendo sem a expectativa fácil de recursos externos. Esta responsabilidade gerou e deve gerar ainda o senso ou a certeza que Deus mesmo é o Senhor da obra e dos recursos, e que o seu trabalho não é determinado fundamentalmente pela disponibilidade de recursos financeiros, mas pela obediência. Realizamos o trabalho não porque dispomos de recursos financeiros, mas porque, além de ser importante, é uma questão de obediência. Se os recursos financeiros determinam nossas decisões, significa que nossa obediência é condicionada a Mamom e não ao Senhor da Igreja. Deus depende de pessoas obedientes para a realização dos seus planos. Os recursos Ele sempre provê.

Quarto - No debate sobre a compatibilidade entre fé cristã e as práticas maçônicas estava a preocupação com o caráter exclusivo da lealdade a Cristo, bem como a recusa a quaisquer concessões doutrinárias, tendo em vista possíveis benefícios advindos da filiação à Maçonaria. A Maçonaria defendera, é verdade, a liberdade religiosa e contribuíra para a proclamação da República, culminando com a separação entre igreja e estado. Essas conquistas, importantes sem dúvida para o protestantismo, não poderiam levar pastores e presbíteros a aderirem à Maçonaria, fazendo concessões doutrinárias, como de fato ocorreu. Os pastores e presbíteros que se levantaram contra essa atitude não estavam combatendo a Maçonaria, mas a sua incompatibilidade com a fé cristã e o caráter inegociável de algumas doutrinas.

A história tem comprovado a pertinência daquela decisão. Todavia, devemos nos perguntar: Quais as seduções que a igreja sofre hoje? Quais as pressões da cultura que se apresentam hoje como inofensivas ou normais, mas que comprometem nossa lealdade absoluta a Jesus Cristo?

Estas e outras questões devem fazer parte das nossas celebrações neste “31 de Julho”. Somos herdeiros de uma história de luta, de sacrifícios, de sonhos e de propósitos de servir ao Senhor com integridade e coerência. Que igreja vamos deixar para a geração que nos sucederá? Que exemplos de amor e sacrifício serão escritos com nossa vida? Que modelos de fidelidade ao evangelho deixaremos para nossos filhos?
Tradicionalmente, temos uma semana de oração antecedendo às celebrações. O Estandarte (edição de unho) publicou o Caderno de Oração com os temas para cada dia. A participação de todas as igrejas, além do benefício próprio da oração, fortalece nosso senso de identidade. Queremos, contudo, desafiar a igreja a orarmos não apenas uma semana, mas iniciar uma jornada de oração durante todo o semestre. Serão enfatizados em cada semestre da presente gestão assuntos básicos da vida cristã, tais como o estudo da Palavra, o anúncio, a celebração, a generosidade, o acolhimento, o serviço, etc. Todavia, nenhum tema é tão prioritário e urgente quanto a oração. Retornaremos a este assunto brevemente.
Partilhando do mesmo empenho do apóstolo Paulo, coloquemo-nos de joelhos para discernir a vontade de Deus e, com ousadia, cumprir nossa vocação, conforme expresso na sua carta aos Efésios: “Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra, para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior; e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus. Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém!” (Ef 3.14-21)
Fonte: http://www.ipib.org/index.asp?inc=newsread&article=1220

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Homenagem da Nelci aos Amigos

Video feito pela Nelci em homenagem a todos segue descrição da própria: HOMENAGEM A TODOS OS MEUS AMIGOS, MESMO AQUELES DE LONGE, QUANTO AOS DE PERTO, MESMO NÃO ESTANDO NESTE VÍDEO, QUERO DESEJAR AS BENÇÃOS DE DEUS SOBRE SUAS VIDAS!!! FELIZ DIA DO AMIGO!!!
Obrigado pelo carinho Nelci!

Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão. Provérbios 17 - 17

Leitura Bíblica da semana - Isaías Cap. 54 -

1 Canta alegremente, ó estéril, que não deste à luz; exulta com alegre canto e exclama, tu que não tiveste dores de parto; porque mais são os filhos da mulher solitária do que os filhos da casada, diz o SENHOR.
2 Alarga o espaço da tua tenda; estenda-se o toldo da tua habitação, e não o impeças; alonga as tuas cordas e firma bem as tuas estacas.
3 Porque transbordarás para a direita e para a esquerda; a tua posteridade possuirá as nações e fará que se povoem as cidades assoladas.
4 Não temas, porque não serás envergonhada; não te envergonhes, porque não sofrerás humilhação; pois te esquecerás da vergonha da tua mocidade e não mais te lembrarás do opróbrio da tua viuvez.
5 Porque o teu Criador é o teu marido; o SENHOR dos Exércitos é o seu nome; e o Santo de Israel é o teu Redentor; ele é chamado o Deus de toda a terra.
6 Porque o SENHOR te chamou como a mulher desamparada e de espírito abatido; como a mulher da mocidade, que fora repudiada, diz o teu Deus.
7 Por breve momento te deixei, mas com grandes misericórdias torno a acolher-te;
8 num ímpeto de indignação, escondi de ti a minha face por um momento; mas com misericórdia eterna me compadeço de ti, diz o SENHOR, o teu Redentor.
9 Porque isto é para mim como as águas de Noé; pois jurei que as águas de Noé não mais inundariam a terra, e assim jurei que não mais me iraria contra ti, nem te repreenderia.
10 Porque os montes se retirarão, e os outeiros serão removidos; mas a minha misericórdia não se apartará de ti, e a aliança da minha paz não será removida, diz o SENHOR, que se compadece de ti.
11 Ó tu, aflita, arrojada com a tormenta e desconsolada! Eis que eu assentarei as tuas pedras com argamassa colorida e te fundarei sobre safiras.
12 Farei os teus baluartes de rubis, as tuas portas, de carbúnculos e toda a tua muralha, de pedras preciosas.
13 Todos os teus filhos serão ensinados do SENHOR; e será grande a paz de teus filhos.
14 Serás estabelecida em justiça, longe da opressão, porque já não temerás, e também do espanto, porque não chegará a ti.
15 Eis que poderão suscitar contendas, mas não procederá de mim; quem conspira contra ti cairá diante de ti.
16 Eis que eu criei o ferreiro, que assopra as brasas no fogo e que produz a arma para o seu devido fim; também criei o assolador, para destruir.
17 Toda arma forjada contra ti não prosperará; toda língua que ousar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos servos do SENHOR e o seu direito que de mim procede, diz o SENHOR.
Aleluia!